Acid X
Acid X
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About Acid X
Formado em janeiro de 2002 sob o signo de um projeto chamado Acid Beatles, o Acid X nasceu fazendo uma mix de acid jazz e música eletrônica. A intenção era reler de forma diferenciada a obra dos Beatles. Canções como "Michelle", "While my guitar gently weeps" e "Come together" ganharam novas roupagens e a banda passou a fazer o circuito de bares e casas de show no Rio e em São Paulo. Tudo começou com as andanças de Helena Cutter, que procurava um guitarrista para fazer shows relendo Beatles. Apresentada por um amigo comum a André Valle, os dois passaram a ensaiar e ainda procuravam um formato sonoro para as releituras. Foi então que surgiu o baterista Kim Pereira, que sugeriu que os três seguissem uma linha mais para o acid jazz britânico. Direção decidida, os três convidaram o baixista Alexandre Catatau, o saxofonista Alexandre Lelei e o DJ Fabio Machado e passaram a ensaiar. Amigo de André, Mario Marques incentivou-os na empreitada e o projeto teve boa receptividade da crítica especializada nos primeiros shows. Logo depois Catatau e Lelei deixam a banda para dedicarem-se a outros projetos e são substituídos por Ciro Cruz e Alessando Guimarães, este fazendo apenas participação especial nos shows. A projeção levou-os ao Mada, festival de música pop de Natal, onde a banda se apresentou pela primeira vez em maio de 2002. O produtor do evento, Jomardo Jomas, foi um dos grandes incentivadores do projeto. Ao voltar ao Rio, Helena e André fecharam-se para dar vazão ao trabalho autoral da dupla. Foi quando surgiu a primeira música, "Uma geral", que acabou virando a bússola do disco e também seu título. Empolgado com o resultado, Marques pediu mais canções e a dupla não parou mais. A partir daí o projeto Acid Beatles acabou sendo aposentado em junho de 2002. E, com cinco músicas inéditas na manga, o Acid X entrou em estúdio em agosto de 2002. Para a gravação das primeiras bases, contou com o apoio fundamental dos guitarristas Cecelo Frony e Nando Chagas, que fizeram de tudo para que o empurrão inicial fosse dado. Gravando aos poucos e reunindo repertório, a banda deu o arranque final quando Marques deixou o GLOBO, em novembro do mesmo ano. Ele e Alexandre Castilho foram para o estúdio do guitarrista e começaram a formatar os pilares do disco. Competentíssimo nas edições e com muita sensibilidade musical, Castilho entendeu a proposta sonora e aparou as arestas dos arranjos.
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